💔 Rejeição e dor física: o que a neurociência revela sobre nossas emoções
Samuel Terapeuta outubro 8, 2025
A rejeição dói — e não é apenas uma metáfora. Estudos em neurociência mostram que a rejeição ativa as mesmas regiões do cérebro responsáveis pela dor física, especialmente o córtex cingulado anterior, área envolvida na percepção da dor. Isso explica por que situações emocionais, como o fim de um relacionamento, exclusão social ou críticas, realmente machucam.
Nosso cérebro interpreta a rejeição como uma ameaça à sobrevivência, já que, evolutivamente, pertencer ao grupo era essencial. Essa resposta automática desperta ansiedade, tristeza e até reações corporais, como tensão muscular e queda na imunidade.
É nesse ponto que a terapia se torna fundamental. Ao compreender o funcionamento do cérebro e das emoções, aprendemos a lidar com a rejeição de forma mais consciente. A escuta terapêutica ajuda a ressignificar experiências, reduzir o impacto da dor emocional e fortalecer a autoestima.
Na minha sala de atendimentos presenciais em Limeira (SP), o cuidado com as emoções é tratado com base na integração entre mente, corpo e energia. A neurociência confirma o que a terapia há muito tempo ensina: curar-se é compreender-se.
Cuidar das emoções é cuidar do cérebro — e, consequentemente, da vida.
📍 Samuel Malafronte Stephan – Terapeuta em HQE | Psicanalista
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